Quem constrói é quem fala convosco.
A terraroot é um projeto de prestação de serviços: automatizar processos onde entram documentos e saem dados estruturados. Uma pessoa constrói e uma pessoa responde — e é isso que estão a comprar.
Porque é que isso é uma vantagem e não uma limitação
Quando se compra automação a uma consultora, há três pessoas entre quem decide e quem escreve o código: um comercial que faz a primeira reunião, um gestor de conta que assina, e alguém — muitas vezes o mais novo da equipa — que constrói. Cada uma dessas camadas custa dinheiro e perde informação.
Aqui não há nenhuma. Falam diretamente com quem constrói. O que nos dizem na primeira conversa não passa por ninguém antes de chegar ao sistema. Não há proposta escrita por quem não vai fazer o trabalho, e não há projeto entregue a um júnior depois de assinado.
Também não há vendedor. Se o vosso caso não compensa, quem vos diz isso é quem perde o trabalho — e é por isso que podem acreditar quando dissermos que sim.
O que fazemos, dito sem rodeios
Construímos processos em que entram documentos e saem dados estruturados, com modelos de linguagem, e pomo-los a correr ligados aos sistemas que a empresa já usa. Depois mantemo-los a funcionar todos os meses, que é a parte de que ninguém fala e é a que decide se o projeto sobrevive ao primeiro ano.
As duas metades do trabalho não são decorativas. A parte de software engineering é o que faz o sistema aguentar-se em produção — as ligações, os erros, o que acontece às três da manhã quando um ficheiro chega mal formado. A parte de AI engineering é o que faz o modelo ser fiável o suficiente para se confiar nele: medir a precisão, decidir onde é preciso uma pessoa a rever, e dar pela qualidade a cair antes de o cliente dar.
Trabalhamos a partir de Vila Nova da Barquinha, no distrito de Santarém, para clientes em Portugal e fora dele.
O que uma pessoa só não consegue
Não dá para pegar em quatro projetos ao mesmo tempo. Quando a agenda está cheia, dizemo-lo e propomos uma data — não aceitamos o trabalho para o fazer mal.
Não há equipa de turno para responder de madrugada. O que há está escrito nos planos de operação, com prazos por gravidade, e é isso que nos comprometemos a cumprir.
Falamos?
Digam-nos qual é o processo que vos come mais horas. Respondemos em 1–2 dias úteis, e quem responde é quem constrói.