Falem connosco.
Um email chega. Digam-nos o que a empresa faz e o que precisam que o software faça — ou o que já existe e está a dar problemas — e respondemos em 1–2 dias úteis com uma proposta concreta. A primeira vista de olhos ao que já existe não se paga.
Contem-nos o que precisam
Quanto mais concreto for, mais útil é a resposta: o que a empresa faz, quem vai usar a coisa, e o trabalho que ela tem de tirar das costas de alguém.
Preferem email direto? Escrevam para geral@terraroot.pt.
O que acontece a seguir
Chega-vos uma confirmação
Assim que enviam, recebem um email a confirmar que o pedido entrou. Se não chegar, alguma coisa correu mal pelo caminho — escrevam diretamente para geral@terraroot.pt.
Olhamos para o que já existe
Antes de responder, olhamos para o que já existe — o processo, os documentos, a folha de cálculo que está a fazer o trabalho todo. Dizemos com franqueza o que encontrámos, mesmo quando a resposta honesta é que não vale a pena mexer, ou que é preciso menos do que estavam à espera. Esta primeira análise não se paga.
Respondemos com uma proposta
Em 1–2 dias úteis, com o que propomos e quanto custa, fechado antes de começar. Não mandamos orçamentos com valores por dizer.
À distância, a partir de Portugal
A terraroot trabalha a partir de Portugal, para empresas portuguesas e para fora do país. Os projetos correm à distância do princípio ao fim — é assim que corre a maioria e funciona bem.
Falam sempre diretamente com quem constrói o software. Não há gestor de conta pelo meio a repetir o que lhe disseram.
Não é preciso saber o que querem para escrever
Basta dizerem qual é o trabalho que se repete todos os meses e quem o faz à mão. A partir daí somos nós a propor: quase sempre um piloto de uma semana sobre ficheiros vossos, que é o que diz se compensa automatizar antes de alguém se comprometer com uma construção.
Se dos números sair que não compensa, dizemos isso e ficam com o relatório.