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Operação

Alguém responsável pelo processo, todos os meses.

Pôr um processo a correr é metade do trabalho. A outra metade é mantê-lo a acertar quando o mundo à volta muda — e o mundo à volta muda sempre.

Porque é que isto existe

Software abandonado não fica na mesma: deixa de funcionar.

E num processo destes a falha é pior do que noutro qualquer, porque é silenciosa. Um site em baixo vê-se; uma extração que passou de 97 % para 84 % não se vê.

Um site que fica um ano sem tocar continua a mostrar o mesmo. Um processo que lê documentos, não: continua a devolver respostas, e algumas passam a estar erradas. Ninguém recebe um aviso. O erro entra na contabilidade, no stock ou no que for, e só aparece quando alguém tropeça nele semanas depois.

É por isso que a mensalidade não é uma apólice de seguro que se contrata por prudência. É a parte do trabalho que decide se o que se construiu ainda serve daqui a um ano.

O que corre mal

Quatro coisas que mudam sem vos pedirem licença

  • Os documentos mudam de forma

    Um fornecedor troca de software de faturação e o modelo da fatura passa a ser outro. O processo continua a ler, mas passa a tirar o número errado do sítio errado.

  • Os sistemas ligados mudam

    A API do ERP ganha um campo obrigatório, a exportação passa a ter outra coluna, a autenticação muda de método. Do outro lado avisa-se pouco e tarde.

  • O modelo de linguagem é atualizado

    A versão que estava a correr é substituída pelo fabricante e a nova comporta-se de maneira diferente nos casos difíceis — normalmente melhor no geral e pior em alguma coisa específica que era importante para vocês.

  • Aparecem falhas de segurança

    Nas bibliotecas de que o processo depende. Não têm nada que ver com o vosso negócio e são exatamente o tipo de coisa que ninguém vê até ser tarde.

O que fazemos

O que acontece na prática, todos os meses

  • Medimos a precisão contra o conjunto de teste

    O conjunto de documentos com a resposta certa escrita à mão, construído durante o piloto, é passado com regularidade. Quando o número desce abaixo do combinado, dispara um alerta para nós — não para vocês.

  • Vigiamos a fila de casos duvidosos

    Um processo saudável manda poucos documentos para revisão humana. Quando esse número sobe, é sinal de que alguma coisa mudou a montante, e é sinal antes de haver erro.

  • Corrigimos o que falha

    Um formato novo, uma ligação que deixou de responder, um caso que ninguém tinha previsto. É a parte que se parece com manutenção clássica e é a menos frequente das quatro.

  • Atualizamos segurança e dependências

    E voltamos a medir a precisão depois de o fazer, porque uma atualização que corrige uma falha de segurança também pode mudar comportamento.

Planos

Três planos, e o que separa cada um do seguinte

A grelha com tudo o que cada um cobre está na página inicial. Aqui está a razão de haver três.

  1. Raiz — 250 €/mês

    Um processo em produção, com volume estável. É o plano de quem automatizou uma coisa e quer que ela continue a acertar. Resposta a falhas que impeçam o uso em dois dias úteis, e relatório trimestral. Compromisso mínimo de um mês.

  2. Tronco — 550 €/mês

    Vários processos, ou volume alto num só. Sobe o que está no Raiz e acrescenta resposta no dia útil seguinte e uma revisão semestral: o que mudou no negócio, e o que já dá para automatizar a seguir. Compromisso mínimo de três meses.

  3. Copa — 950 €/mês

    Operação crítica — aquela em que uma paragem custa dinheiro no próprio dia. Resposta no próprio dia útil, e alterações e melhorias contínuas incluídas até um limite acordado por escrito. Compromisso mínimo de três meses.

Contratar mais uma pessoa para o mesmo trabalho custa a uma empresa cerca de 1.550 €/mês, sem contar com férias, formação e substituições. Trabalho fora do plano: 95 €/hora, dito e aceite antes de começar.

Prazos

Em quanto tempo respondemos

Se a falha impedir o uso — o processo parou, ou está a devolver lixo — o prazo depende do plano: dois dias úteis no Raiz, o dia útil seguinte no Tronco, o próprio dia útil no Copa. Tudo o resto é dois dias úteis em qualquer dos três.

Na prática é quase sempre mais depressa do que isto, e não há horário fixo: se um processo Copa parar ao domingo, respondemos ao domingo. O tempo de execução depende do tamanho do problema, mas dizemos sempre quando fica resolvido antes de começar, para ninguém ficar à espera sem saber de quê.

Responder não é o mesmo que corrigir, e não vale a pena fingir o contrário. O que se garante é que alguém pegou no assunto dentro do prazo e disse o que vai fazer — não que um problema que leva três dias a resolver fica resolvido em duas horas.

Relatório

Uma página por trimestre, sobre os três meses anteriores

Escrita para ser lida por quem decide, não por quem programa.

  • Quantos documentos foram processados, por tipo
  • A precisão medida no período, e como se compara com a do trimestre anterior
  • Quantos documentos foram para revisão humana, e porquê
  • O que falhou, quando, e quanto tempo levou a corrigir
  • As atualizações de segurança aplicadas
  • As horas de trabalho manual que o processo poupou no período
  • O que mudou nos sistemas à volta e o que foi preciso adaptar
  • O que recomendamos para o trimestre seguinte, se houver
O que é vosso

O código, os dados e o conjunto de teste são vossos

Desde o primeiro dia, e não a partir do momento em que quiserem sair. O código completo, os vossos dados, e — o que costuma ser esquecido — o conjunto de documentos de teste com as respostas certas, que é a parte mais cara de reconstruir e a que mais prende um cliente a um fornecedor.

Se um dia quiserem sair, avisam com trinta dias findo o compromisso mínimo e levam tudo, com a documentação do que corre onde. Não há taxa de saída.

Ser honesto sobre isto

O que a mensalidade não cobre

  • Automatizar um processo novo

    Um segundo tipo de documento, uma ligação a um sistema que ainda não existia, um processo diferente. É construção, orçamentada à parte, e normalmente começa com um piloto mais curto.

  • O custo dos modelos e da infraestrutura

    O que se paga a quem serve o modelo de linguagem e a quem aloja o processo é faturado ao custo, sem margem, e mostrado à parte. No piloto fica dito quanto é por documento, para não haver surpresa.

  • Trabalho fora do plano

    95 € por hora, sempre dito e aceite antes de começar. No plano Copa há alterações e melhorias contínuas incluídas até um limite acordado por escrito.

  • Corrigir dados que já entraram errados

    Se um erro passou e contaminou registos antigos, a limpeza é trabalho à parte. Ajudamos a perceber a extensão do estrago sem cobrar — arranjá-lo é que não está no plano.

Perguntas frequentes

O que nos perguntam antes de decidir

Porque é que preciso de uma mensalidade se o processo já está a funcionar?

Porque o mundo à volta não fica parado. Um fornecedor muda o modelo da fatura, um sistema ligado muda a API, o modelo de linguagem por trás é atualizado pelo fabricante. Nenhuma dessas coisas depende de vocês nem de nós, e todas fazem a precisão cair sem ninguém mexer numa linha de código. A mensalidade é o que garante que alguém dá por isso antes de o erro chegar à contabilidade.

O que acontece se eu não contratar plano nenhum?

Entregamos o processo a funcionar e o código é vosso. Não deixa de trabalhar no dia seguinte — provavelmente corre bem durante uns meses, e é isso que engana. Depois há um formato que muda e a extração começa a errar em silêncio, ou uma dependência com falha de segurança que ninguém atualiza. Se preferirem tratar disso internamente, dizemos exatamente o que é preciso vigiar e com que frequência. O que não fazemos é fingir que não é preciso.

Quantas horas de alterações tem cada plano?

Nenhuma, e é de propósito. Não vendemos horas: vender horas faz o cliente contar horas em vez de olhar para o resultado, e faz-nos discutir minutos em vez de precisão. O que cada plano cobre é o processo a funcionar dentro dos números acordados. O plano Copa inclui alterações e melhorias contínuas até um limite acordado por escrito no contrato. Trabalho que caia fora do plano é 95 € por hora, dito e aceite antes de começar.

Em quanto tempo respondem a uma falha?

Depende do plano e da gravidade. No Raiz, respondemos a falhas que impeçam o uso no prazo máximo de dois dias úteis. No Tronco, no dia útil seguinte. No Copa, no próprio dia útil. Na prática é quase sempre mais depressa do que isto, e não temos horário fixo: se o processo parar ao domingo e for um plano Copa, respondemos ao domingo.

Como é que sei que a precisão não caiu?

Há um conjunto de documentos com a resposta certa escrita à mão, construído durante o piloto, e o processo é medido contra ele com regularidade. Quando o número desce abaixo do combinado, dispara um alerta para nós. Uma vez por trimestre recebem uma página escrita com a precisão do período, o volume processado, o que falhou e o que foi corrigido.

Há fidelização?

No plano Raiz o compromisso mínimo é de um mês. No Tronco e no Copa é de três meses, porque a primeira coisa que se faz num plano novo é afinar limites e alertas com o volume real do cliente, e isso não cabe em trinta dias. Não há contratos de doze meses: existiram até 05/09/2026 e foram retirados.

Os dados saem da União Europeia?

Não. O tratamento é feito dentro da União Europeia e os vossos documentos não são usados para treinar modelo nenhum. O contrato de subcontratante exigido pelo artigo 28.º do RGPD é assinado antes de recebermos o primeiro ficheiro, e não depois.

E se quisermos sair?

Avisam com trinta dias, findo o compromisso mínimo, e levam tudo: o código completo, os dados, o conjunto de documentos de teste com as respostas certas e a documentação do que está a correr onde. Não há taxa de saída e não guardamos nada como refém.

Operam processos que não foram construídos por vocês?

Sim, e é um caso que aparece com frequência: alguém construiu uma prova de conceito com um modelo de linguagem que nunca chegou a produção, ou chegou e ninguém trata dela. Antes de dizermos que sim, olhamos para o que existe e dizemos com franqueza o que encontrámos — às vezes vale a pena manter, outras sai mais barato refazer do que remendar. Essa primeira análise não se paga.

Trabalham com empresas fora de Portugal?

Sim. A terraroot trabalha a partir de Portugal, para empresas portuguesas e de fora do país, e os projetos correm à distância do princípio ao fim. A oferta para clientes de fora tem condições próprias e está descrita na versão inglesa do site.

Vamos a isto

Quem está a olhar para o vosso processo este mês?

Se já têm alguma coisa a correr com um modelo de linguagem e ninguém trata dela, digam-nos o que é. A primeira análise não se paga.